Presidente do TRE-BA participa de missa em homenagem à Santa Dulce

Desembargador Jatahy Júnior prestigiou a celebração ao lado da esposa, Sílvia Mendes Jatahy Fonseca; evento foi realizado na Arena Fonte Nova

TRE-BA desembargador Jatahy Júnior e esposa

O presidente do TRE-BA, desembargador Jatahy Júnior, prestigiou a primeira celebração eucarística em homenagem à Santa Dulce dos Pobres. Canonizada pelo Vaticano no último dia 13 de outubro, a primeira santa nascida no Brasil reuniu milhares de fiéis, durante missa realizada na Arena Fonte Nova no domingo (20/10). O presidente do Eleitoral baiano participou do evento acompanhado da esposa, Sílvia Mendes Jatahy Fonseca. 

Para o desembargador, a elevação de Irmã Dulce ao título de Santa deve ser motivo de orgulho para todos os brasileiros. “Na condição de presidente do Tribunal, tive a alegria e a honra de atender ao convide do arcebispo para participar da solenidade que culminou com uma missa à Santa Dulce dos Pobres. Realmente, uma solenidade muito bonita e foi um privilégio para participar desse momento importante para os católicos e também para todos os outros baianos e brasileiros, uma vez que se trata da primeira santa brasileira e nós, independentemente da religião, temos que nos honrar com essa distinção”, afirmou.

A missa foi celebrada pelo arcebispo primaz do Brasil, dom Murilo Krieger. Participaram ainda cerca de 600 padres da Igreja Católica, além de diversas autoridades religiosas, militares e políticas.

Sobre Santa Dulce dos Pobres

Nascida em 26 de maio de 1914, em Salvador, Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes – agora Santa Dulce dos Pobres – perdeu a mãe aos 7 anos. Aos 13 anos, já acolhia mendigos e doentes na casa onde morava com o pai e os irmãos, no bairro de Nazaré. A vida religiosa começou aos 18 anos, quando, após se formar como professora primária, ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus.

Já aos 19 anos, em 13 de agosto de 1933, tornou-se oficialmente freire passando a ser chamada de Irmã Dulce, nome que escolheu em homenagem a mãe, Dulce Maria. Em 1935, iniciou a assistência à comunidade carente. Já na década de 60 deu início – no galinheiro do Convento de Santo Antônio - ao que seria o Hospital Santo, que hoje presta assistência em saúde para milhares de pessoas na capital baiana.

Irmã Dulce faleceu em 13 de março de 1992. Em 2011, foi beatificada e, no último dia 13 de outubro, canonizada. A proclamação de Irmã Dulce como Santa Dulce dos Pobres foi a terceira mais rápida da história, 27 anos após seu falecimento, atrás apenas da santificação de Madre Teresa de Calcutá (19 anos após o falecimento da religiosa) e do Papa João Paulo II (9 anos após sua morte).

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